Há quem diga que cozinhar é uma arte. Mas, para mim, é essencialmente um grande prazer. Uma forma de descontrair, de relaxar, de me divertir
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Pasteis de Feijâo
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Lulas Recheadas
Lula Recheada
ingredientes
Para temperar
• 5 lulas grandes limpas (com tentáculos)
• Suco de 1 limão
• Sal e pimenta-do-reino branca a gosto
Para o recheio
• 200 g de cuscuz marroquino
• 1 colher (café) de curcuma (açafrão da terra)
• 1 tablete de caldo de peixe dissolvido em 200 ml de água bem quente (caldo de peixe para hidratar o cuscuz)
• 2 colheres (sopa) de azeite
• 3 fatias de bacon picadas
• 1 cebola picada
• 3 dentes de alho picados
• 1/2 pimenta vermelha picada
• 1/2 pimentão verde em cubinhos
• 1/2 pimentão vermelho em cubinhos
• 1/2 pimentão amarelo em cubinhos
• 1 tomate sem pele e sem sementes em cubinhos
• 200 g de camarão sete barbas picado
• Tentáculos das 5 lulas picados
• Sal a gosto
• Cheiro-verde e coentro picados a gosto
Para empanar
• 2 claras de ovos
• 1 xícara (chá) de farinha de rosca
• Óleo o suficiente para fritar
modo de preparo
Para temperar
Numa tigela, tempere 5 lulas gigantes limpas com suco de 1 limão, sal e pimenta-do-reino branca a gosto.
Reserve.
Para o recheio
Numa tigela, coloque 200 g de cuscuz marroquino, junte 1 colher (café) de curcuma e 200 ml de caldo de peixe quente para hidratar por 10 minutos.
Reserve.
Numa panela, aqueça 2 colheres (sopa) de azeite, acrescente 3 fatias de bacon picadas, 1 cebola picada, 3 dentes de alho picados, 1/2 pimenta vermelha picada e deixe dourar.
Junte 1/2 pimentão verde, 1/2 pimentão vermelho, 1/2 pimentão amarelo e 1 tomate sem pele e sem sementes (cortados em cubinhos), 200 g de camarão sete barbas picado, tentáculos das 5 lulas picados, sal, cheiro-verde e coentro picados a gosto.
Refogue por 3 min em fogo médio.
Desligue o fogo e junte o cuscuz marroquino já hidratado.
Misture bem.
Coloque o recheio em um saco de confeitar.
Recheie as 5 lulas grandes limpas (já temperadas com suco de 1 limão, sal e pimenta-do-reino branca ) e feche com auxilio de um palito.
Para empanar
Empane as lulas recheadas em 2 claras de ovo e 1 xícara (chá) de farinha de rosca.
Frite em óleo a 180ºC até dourar.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
CALDEIRADA À SETUBALENSE
Caldeirada à Setubalense
Ingredientes:
Para 6 pessoas
2,5 kg de peixes vários: eiroses, charrocos,
salmonetes, robalos, sardinhas, lulas, tamboril, etc. ;
3 cebolas grandes ;
800 g de batatas ;
2 pimentos ;
4 tomates maduros ;
1,5 dl de azeite ;
2 cravinhos ;
sal e pimenta ;
4 colheres de sopa de massa cortada (cotovelos)
Confecção:
Cortam-se as cebolas ás rodelas finas e colocam-se
no fundo de um tacho de barro. Dispõem-se por cima
as batatas cortadas aos quartos, os pimentos ás
tiras e o tomate picado. Tempera-se com o azeite,
os cravinhos e um pouco de pimenta. Tapa-se e
leva-se ao lume, sem mexer, mas agitando o tacho
de vez em quando.
Entretanto, preparam-se os peixes e cortam-se os
maiores aos bocados. Quando as batatas estiverem
quase cozidas, introduzem-se os peixes no tacho em
camadas, devendo as sardinhas ficar por cima e
numa única camada. Tempera-se com um pouco de
sal, e deixam-se os peixes cozer. Serve-se a
caldeirada no próprio tacho em que se cozeu e sem
nunca ser mexida, tendo o cuidado de distribuir
pelos pratos todas as espécies de peixe.
Enquanto se come a caldeirada, acrescenta-se um
pouco de água ao caldo que ficou e que se passa
por um passador, esmagando os bocados de batata
que tenham ficado. Leva-se o caldo ao lume e,
quando ferver, introduzem-se quatro colheres de
sopa de massa cortada (cotovelos), que se deixa
cozer.
Come-se a sopa em tigelinhas com colheres de pau.
Vinho recomendado: Quinta de Pancas Branco
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Pulpo a Lá Gallega ((Polvo à galega ))
Receita de Pulpo a Lá Gallega
Ingredientes:
• 1 Polvo Grande
• Paprica em pó q.b.
• Sal q.b.
• Batatas cortadas as rodelas em 2cm
• Azeite
• Salsa picada para decoração
Preparação:
Limpe e lave o polvo.
1. Deixe o polvo pelo menos dois dias no congelador para quebrar as fibras.
Deixe-o descongelar. (opcional)
2. Ponha agua a ferver com bastante sal, numa panela grande.
Para um choque térmico deixe-o ferver por uns dois minutos.
(se usar agua do mar ainda melhor, mas não ponha sal pois a agua ja é salgada).
3. Tire novamente o polvo da panela, e mergulhe-o num recipiente com água gelada.
4. Coloque de novo a cozinhar entre 1 hora a 2 horas dependendo do tamanho do polvo.
5. Quando o polvo estiver quase pronto, ponha as batatas as rodelas na mesma panela com a agua do polvo.
Cuidado para as batatas não se desfazerem.
6. Retire o polvo quando cozido e core-o em rodelas de 1 a 2 cm conforme o gosto.
Retire também as batatas.
Sirva em pratos, o polvo ainda quente com as rodelas de batatas cozidas, ponha um pouco de sal e páprica por cima e regue com azeite.
Polvilhe com um pouco de salsa.
Molhe o pão no molho, e' uma verdadeira delicia
Prato típica da Galiza
Bom Apetite!
Etiquetas:
Culinaria Espanhola
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
CHANFANA
A chanfana é um prato regional da Beira Litoral. É um dos pratos tradicionais mais famosos, cozinhada nos caçoilos de barro. O concelho de Miranda do Corvo é conhecido por ser a Capital da Chanfana que terá nascido em Semide. Em Miranda do Corvo existem dois pratos únicos derivados da chanfana: a Sopa de Casamento e o Negalho.



Segundo a lenda, a chanfana teria surgido no Mosteiro de Semide. Até finais do séc. XIX, todos os agricultores e rendeiros eram obrigados ao pagamento dos foros. Assim, o Mosteiro recebia dos moradores do seu couto os foros a que estavam obrigados. Galinhas, vinho, azeite, dias de trabalho, cabras e ovelhas, eram formas de pagamento. Durante o mês de Agosto e até ao dia de S. Mateus, as freiras de Semide recebiam as suas «rendas».

Muitos dos moradores, porque eram pastores, pagavam com cabras e ovelhas. Ora, como as freiras não tinham disponibilidade nem meios para manter tão grande rebanho, descobriram uma fórmula para cozinhar e conservar a respectiva carne, aproveitando o vinho que lhes era entregue pelos rendeiros, o louro que tinham na sua quinta, bem como os alhos e demais ingredientes. Surge, assim, a chanfana que era religiosamente guardada ao longo do ano nas caves frescas do mosteiro. A carne assada no vinho mantinha-se no molho gorduroso solidificado, durante largos meses.

Segundo outros, terá sido durante a terceira invasão francesa que as freiras inventaram esta fórmula gastronómica para evitar que os soldados franceses roubassem as cabras e as ovelhas da região. Finalmente, há quem diga que a receita da chanfana nada tem a ver com o Mosteiro de Semide, mas apenas com as invasões francesas. Diz-se, então, que, quando as tropas francesas andaram pela região da Lousã e de Miranda do Corvo, a população envenenou as águas para matar os franceses. Mas era preciso cozinhar a carne habitualmente consumida (de cabra e de carneiro) e, como a água estava envenenada, utilizou-se o vinho da região. A chanfana é um prato típico, não só no concelho de Miranda do Corvo como de praticamente toda a região centro. É muito apreciada e servida em bastantes restaurantes da zona. De salientar que constitui o prato «obrigatório» quando decorrem as festas religiosas anuais, nomeadamente na vila, pelo S. Sebastião.

Ingredientes: carne de cabra velha; vinho tinto; alho; colorau; pimenta; louro; sal.
Confecção: corta-se a carne aos bocados, que se colocam numa caçoila de barro. Tempera-se com sal, cabeças de alho inteiras, colorau, pimenta e louro. Cobre-se com vinho tinto. Vai ao forno de lenha, previamente aquecido. Durante o tempo em que a Chanfana está a assar, normalmente cerca de 4 horas, a boca do forno deve manter-se completamente vedada com barro. Geralmente, a Chanfana confecciona-se na véspera de ser consumida. Assim, deixa-se ficar no forno até à hora de ser servida. Nessa altura, o barro é picado para se abrir a porta do forno. Serve-se, geralmente, com batata cozida e grelos.”
Segundo a lenda, a chanfana teria surgido no Mosteiro de Semide. Até finais do séc. XIX, todos os agricultores e rendeiros eram obrigados ao pagamento dos foros. Assim, o Mosteiro recebia dos moradores do seu couto os foros a que estavam obrigados. Galinhas, vinho, azeite, dias de trabalho, cabras e ovelhas, eram formas de pagamento. Durante o mês de Agosto e até ao dia de S. Mateus, as freiras de Semide recebiam as suas «rendas».
Muitos dos moradores, porque eram pastores, pagavam com cabras e ovelhas. Ora, como as freiras não tinham disponibilidade nem meios para manter tão grande rebanho, descobriram uma fórmula para cozinhar e conservar a respectiva carne, aproveitando o vinho que lhes era entregue pelos rendeiros, o louro que tinham na sua quinta, bem como os alhos e demais ingredientes. Surge, assim, a chanfana que era religiosamente guardada ao longo do ano nas caves frescas do mosteiro. A carne assada no vinho mantinha-se no molho gorduroso solidificado, durante largos meses.
Segundo outros, terá sido durante a terceira invasão francesa que as freiras inventaram esta fórmula gastronómica para evitar que os soldados franceses roubassem as cabras e as ovelhas da região. Finalmente, há quem diga que a receita da chanfana nada tem a ver com o Mosteiro de Semide, mas apenas com as invasões francesas. Diz-se, então, que, quando as tropas francesas andaram pela região da Lousã e de Miranda do Corvo, a população envenenou as águas para matar os franceses. Mas era preciso cozinhar a carne habitualmente consumida (de cabra e de carneiro) e, como a água estava envenenada, utilizou-se o vinho da região. A chanfana é um prato típico, não só no concelho de Miranda do Corvo como de praticamente toda a região centro. É muito apreciada e servida em bastantes restaurantes da zona. De salientar que constitui o prato «obrigatório» quando decorrem as festas religiosas anuais, nomeadamente na vila, pelo S. Sebastião.
Ingredientes: carne de cabra velha; vinho tinto; alho; colorau; pimenta; louro; sal.
Confecção: corta-se a carne aos bocados, que se colocam numa caçoila de barro. Tempera-se com sal, cabeças de alho inteiras, colorau, pimenta e louro. Cobre-se com vinho tinto. Vai ao forno de lenha, previamente aquecido. Durante o tempo em que a Chanfana está a assar, normalmente cerca de 4 horas, a boca do forno deve manter-se completamente vedada com barro. Geralmente, a Chanfana confecciona-se na véspera de ser consumida. Assim, deixa-se ficar no forno até à hora de ser servida. Nessa altura, o barro é picado para se abrir a porta do forno. Serve-se, geralmente, com batata cozida e grelos.”
domingo, 13 de novembro de 2011
DOURADA NO FORNO
Dourada no Forno

Douradas em promoção não podem ficar na peixaria, não é verdade?
É uma receita muito simples, muito saborosa e muito portuguesa. Foi um excelente almoço de domingo!!
Quantidade: 4 porções
Ingredientes

4 dourada com cerca de 1 kl (Utilizei apenas uma e não três. Seria comer a mais.)
4 cebola grande
4 tomates (Coloquei de lata porque ainda não encontrei tomates bons à venda, mas se tiverem frescos usem esses.)
8 dentes de alho
4 folha de louro
400 ml de vinho branco
4 limãos
3 pimentos ((verde,vermelhoeamarelo))
1/4 de azeite
1kl batatas médias
pão ralado q.b.
sal q.b.
Preparação

1.Limpe e arranje as douradas. Faça dois ou três cortes transversais cuja profundidade não deverá chegar à espinha. tempere com sal.
2. Prepare os legumes: descasque e corte a cebolas e as batatas aos cubos; pique os alhos.
3. Numa frigideira larga e anti-aderente leve o azeite ao lume. Depois de quente baixe o lume e adicione as cebolas , as batatas e o alho. Deixe refogar até que as batatas fiquem macias.
4. Quando as batatas estiverem prontas, junte o tomate às rodelas ou cortados grosseiramente com as mãos. Adicione o louro e o vinho. Deixe cozinhar em lume brando por alguns minutos.
5. Retire do lume e distribua os ingredientes por um tabuleiro de forno, formando uma cama para a Dourada.

6. Coloque rodelas de limão nos cortes que fez no peixe e polvilhe com pão ralado. Coloque a dourada sobre a cama de legumes.
7. Leve o tabuleiro a forno previamente aquecido a 180ºC e deixe cozinhar entre 30-40 minutos. De vez em quando molhe a dourada com o molho.

E bom apetite
Douradas em promoção não podem ficar na peixaria, não é verdade?
É uma receita muito simples, muito saborosa e muito portuguesa. Foi um excelente almoço de domingo!!
Quantidade: 4 porções
Ingredientes
4 dourada com cerca de 1 kl (Utilizei apenas uma e não três. Seria comer a mais.)
4 cebola grande
4 tomates (Coloquei de lata porque ainda não encontrei tomates bons à venda, mas se tiverem frescos usem esses.)
8 dentes de alho
4 folha de louro
400 ml de vinho branco
4 limãos
3 pimentos ((verde,vermelhoeamarelo))
1/4 de azeite
1kl batatas médias
pão ralado q.b.
sal q.b.
Preparação
1.Limpe e arranje as douradas. Faça dois ou três cortes transversais cuja profundidade não deverá chegar à espinha. tempere com sal.
2. Prepare os legumes: descasque e corte a cebolas e as batatas aos cubos; pique os alhos.
3. Numa frigideira larga e anti-aderente leve o azeite ao lume. Depois de quente baixe o lume e adicione as cebolas , as batatas e o alho. Deixe refogar até que as batatas fiquem macias.
4. Quando as batatas estiverem prontas, junte o tomate às rodelas ou cortados grosseiramente com as mãos. Adicione o louro e o vinho. Deixe cozinhar em lume brando por alguns minutos.
5. Retire do lume e distribua os ingredientes por um tabuleiro de forno, formando uma cama para a Dourada.
6. Coloque rodelas de limão nos cortes que fez no peixe e polvilhe com pão ralado. Coloque a dourada sobre a cama de legumes.
7. Leve o tabuleiro a forno previamente aquecido a 180ºC e deixe cozinhar entre 30-40 minutos. De vez em quando molhe a dourada com o molho.
E bom apetite
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Waterzooi de volaille ((Frango ))
Waterzooi de volaille ((Frango ))
Preparação : 1h30m
Para 4 pessoas.
Barato
Fácil
Lista das compras:
1 frango de cerca de 1,5 Kg, cortado em 8 bocados (com ou sem a pele);
4 alhos franceses médios
2 talos de aipo
1 cenoura grande
1 ramo de salsa
3/4 de litro de caldo de galinha
1 dl de natas
2 gemas
50 gr de manteiga
sal, pimento (moída na hora)
Preparação:
Lavar os legumes e cortá-los em Juliana fina, picar a salsa. Cozer em fogo lento cerca de 1/4 h os legumes e metade da salsa na manteiga. Deitar sal e pimento.
Quando les legumes estiverem tenros, meter metade numa caçarola, sobre eles os pedaços de frango e cobrir com a outra metade dos legumes.
Tapar e deixar cozer lentamente cerca de 10 minutos.
Juntar então o caldo, tapar e deixar cozer mais 1 h: a carne do frango deve estar a separar-se do osso.
Um pouco antes de servir, retirar um pouco de caldo e deixar arrefecer um bocadinho; diluir então nele as gemas e as natas. Retirar também os bocados de frango e reservar quentes.
Deitar a mistura na caçarola e mexer bem, juntando o resto da salsa. Servir o frango coberto com o seu molho.
Et avec ça ?
Vai bem com batatas cozidas.
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Culinària Belga
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